
O caso veio à tona em 2025, depois que a menina, atualmente morando com a mãe no interior do Rio Grande do Sul, participou de uma palestra sobre violência sexual na escola e revelou os abusos.
Durante as investigações, a Polícia Civil de Sangão identificou que o homem já havia sido investigado e condenado anteriormente por crimes sexuais semelhantes contra crianças.
Segundo os investigadores, ele utilizava o mesmo modo de agir, escolhendo vítimas menores de 10 anos do próprio convívio e aproveitando momentos em que elas ficavam sozinhas.
Além dos crimes de estupro de vulnerável, praticados diversas vezes, o réu também foi condenado por maus-tratos e ameaça.
Somadas, as penas chegam a mais de 40 anos de reclusão.
O condenado permanece preso preventivamente desde outubro de 2025, quando foi detido após a conclusão do inquérito conduzido pela Polícia Civil de Sangão, e agora passará a cumprir a pena imposta pela Justiça.