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Após tragédia, Praia Grande retoma voos de balão com novas medidas

Atividade turística foi retomada com orientações de segurança após acidente que matou oito pessoas no mês de junho

Publicada em 03/07/25 às 18:45h - 27 visualizações

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Após tragédia, Praia Grande retoma voos de balão com novas medidas
 (Foto: REDE DE COMUNICAÇÃO SUL BRASIL )

A cidade de Praia Grande retomou na quarta-feira (2) os voos de balão após 11 dias de suspensão por causa do acidente que matou oito pessoas. Para reforçar a segurança das operações, a Associação de Voos de Instrução de Balão de Ar Quente de Praia Grande (AVIBAQ) criou um boletim diário com as condições climáticas. A ideia é oferecer orientações mais precisas para os pilotos sobre vento, pressão e outros fatores relevantes para a decolagem. O documento foi publicado no site da associação e indica as condições de voo com bandeiras nas cores verde, amarela ou vermelha, como forma de alertar sobre o nível de segurança para o dia. Além disso, a associação recomendou o uso de dois extintores de incêndio em cada balão e a presença de rádios intercomunicadores a bordo. Atualmente, 47 empresas integram a AVIBAQ e operam na região, que é um dos principais destinos de balonismo turístico do país. Apesar da criação do boletim, a Prefeitura de Praia Grande informou que não tem poder de fiscalização sobre a atividade. O município afirma que buscou diálogo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para discutir a regulamentação do balonismo, mas, por enquanto, o setor segue sem regras específicas para voos turísticos. A Anac considera o balonismo uma atividade de alto risco e reforça que a segurança é responsabilidade direta dos operadores. A tragédia aconteceu no dia 21 de junho, quando um balão com 21 pessoas a bordo pegou fogo logo após a decolagem. O incêndio começou, segundo o piloto, no maçarico que estava desligado dentro do cesto. O extintor disponível no local não funcionou. Quando a aeronave começou a perder altitude, alguns passageiros e o piloto pularam. Quatro vítimas morreram ao cair de cerca de 45 metros de altura, e outras quatro foram carbonizadas após o cesto cair em chamas. A Polícia Civil segue investigando o caso. O laudo pericial vai incluir a análise de imagens do voo, depoimentos e avaliação dos equipamentos. A empresa responsável, a Sobrevoar, informou que o piloto tentou salvar todos os passageiros e que nunca havia registrado acidentes. O Ministério Público de Santa Catarina deu prazo de 10 dias úteis para que a empresa explique formalmente as circunstâncias da tragédia.




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