
Celesc Laguna
O antigo prédio, onde a Celesc estava instalada, no Centro Histórico de Laguna, está em amplo e completo abandono. Quem passa pela frente das antigas instalações se depara com o mato tomando conta da calçada, e o pior de tudo, nem a empresa e nem a prefeitura providenciam a limpeza da área. Afinal, de quem é a responsabilidade? No meu conceito, é a prefeitura que poderia efetuar a limpeza e cobrar da Celesc. O prédio merecia uma reforma digna de Laguna, afinal, por ande anda o IPHAN?
Fogo em carros
Virou mania atearem fogo em veículos no municipio de Laguna. O que será que está acontecendo? Será que é guerra entre gangs? Será que é cobrança? Será que é puro vandalismo? Essas e outras respostas deveriam ser dadas pelas autoridades, polícia civil, militar, municipal e a própria prefeitura. Até onde isso vai chegar? Quando isso vai parar se nenhuma providência for tomada. Está na hora de acabar com isso! A população está assustada, pois, além das ações dos bandidos, com roubos, furtos, trafico e vandalismo, ainda tem os chamados pés de chinelo que se aproveitam para invadirem residências e roubarem botijões de gás, bicicletas, grades de ferro e alumínio e por ai vai! Não dá mais!!!
Quem roubou
Quem roubou o sino do Museu de Laguna? O autor do furto do sino do Museu Histórico Anita Garibaldi, em Laguna, ocorrido em 2016, nunca foi identificado. O inquérito policial da Polícia Civil sobre o desaparecimento da peça de bronze de mais de 100 kg resultou inconclusivo, levando a questionamentos sobre a segurança do patrimônio e a possível encomenda do crime por colecionadores. Aqui estão os pontos principais sobre o caso:
O Crime: O sino histórico foi furtado em agosto de 2016.
Investigação: A polícia civil não conseguiu concluir a autoria, e o caso foi considerado sem solução oficial.
Debate: A ausência do sino gerou debates sobre a preservação e a história da peça. O furto permanece como um mistério e o sino não foi recuperado.
Dificuldades
A administração de Estêner Soratto em Tubarão, iniciada em 2025, enfrenta desafios críticos, com destaque para a delicada situação financeira, marcada por restrições no caixa, necessidade de reduzir dívidas herdadas (de R% 691,9 milhões em 2025), e o adiamento do 13º salário dos servidores. Problemas estruturais no Paço Municipal e questões na coleta de lixo também geraram críticas. Esses pontos evidenciam uma gestão focada na organização das contas e na solução de problemas estruturais de longo prazo, enfrentando resistência e descontentamento por parte de servidores e moradores em curto prazo.